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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Embalagens preservam os nutrientes, mas pedem cuidados na hora da compra

Compare vidro, aço, alumínio, entre outros tipos, e saiba como evitar os riscos à saúde



Nas prateleiras do mercado, o que não falta são embalagens. De plástico fosco ou transparente, vidro, alumínio, aço, papelão ou feita com outros materiais, é difícil saber qual conserva melhor cada tipo de alimento. Algumas têm como pilar a praticidade, como os biscoitos em embalagens individuais, enquanto outras prezam mais pela apresentação, como por exemplo, o azeite envasado na embalagem de vidro que fica na mesa durante as refeições. Em comum, todos os tipos precisam garantir que o alimento ali conservado será consumido em perfeitas condições.

"A embalagem é pensada para manter a integridade total do alimento desde a sua distribuição até o final do prazo de validade", explica a diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), Luciana Pellegrino. Segundo ela, a embalagem está atrelada diretamente a questão de saúde pública, sendo responsável por preservar a qualidade nutricional dos alimentos e o seu frescor.

O problema é que as embalagens também escondem seus mistérios. Como saber, por exemplo, que tipo de embalagem é melhor para conservar carnes? Ou então, o que aponta que uma embalagem pode trazer perigos à saúde do nosso organismo? Isso mesmo, de protetoras de alimentos, elas podem agir como verdadeiras guardiãs de fungos e bactérias, causando prejuízos enormes ao organismo. A primeira dica a gente entrega já: nunca compre alimentos que estejam em uma embalagem rompida! "No momento em que a embalagem foi aberta, o produto lá dentro já está em processo de degradação", alerta Luciana Pellegrino. Hoje em dia, o lacre está cada vez mais visível para que o consumidor repare se ele está rompido. Além disso, verifique sempre a data de validade dos produtos.

Logo abaixo confira saiba quais tipos de embalagens são os mais adequados conforme o tipo de alimento e os cuidados na hora de comprá-las: 
 
 
vidro de azeite - foto Getty Images

Vidros

Os vidros são excelentes para preservação do alimento e embalam bem conservas que necessitam de tratamento térmico para melhor preservação, como palmitos, azeitonas e picles, além de molhos, água mineral, sucos concentrados e bebidas alcoólicas. "A embalagem de vidro é excelente barreira contra formação de gases e odores, qualidade alcançada quando a tampa oferece boa vedação", expõe o professor Carlos Alberto Rodrigues Anjos, especialista na área de embalagens da Faculdade de Engenharia de Alimentos, Unicamp.

Embalagem de aço ou vidro?

E no caso de alimentos que são envasados em diferentes tipos de embalagens, como o azeite? Como saber qual é a melhor opção? No caso do azeite de oliva extra-virgem, o alimento é preservado tanto na embalagem de aço quanto no vidro, mas cada uma tem uma diferença apresentação. "A lata de azeite é mais usada na cozinha para preparo de alimentos e o vidro de azeite mais utilizado na mesa para tempero", ressalta a diretora executiva da ABRE, Luciana Pellegrino.

Já a coloração da embalagem de vidro pode fazer diferença no que diz respeito à qualidade nutricional do azeite. O alimento é encontrado em embalagens de vidro transparente ou vidro escuro, em geral esverdeado. De acordo com a engenheira de alimentos da Associação Brasileira das Embalagens de Aço (ABEAÇO), Thais Fagury, a cor escura funciona como barreira total à entrada da luz. Essa medida é importante porque preserva melhor os compostos antioxidantes encontrados no azeite, substâncias que trazem benefícios à saúde do organismo.

Já no caso de conservas, como o palmito, as duas embalagens são eficientes e fornecem a proteção necessária para a conservação. "O fato de o vidro ser transparente deixa o consumidor mais tranquilo na hora da decisão de compra, pois está visualizando o produto", expõe o engenheiro de alimentos Carlos Aberto Rodrigues Anjos.

Cuidados na hora da compra

Lembre-se sempre de verificar se o lacre e a tampa estão firmes e sem evidências de violação, se os frascos estão com vazamentos e trincados ou com indícios de ferrugens nas tampas metálicas, alerta o professor Carlos Alberto dos Anjos.

E para guardar? "Como os vidros são transparentes, a luz pode afetar muitos dos alimentos, fazendo-os perder a cor e, consequentemente, o aroma e sabor", alerta o engenheiro de alimentos Carlos Alberto Rodrigues Anjos. Conserve sempre ao abrigo da luz e em ambientes frescos e ventilados. No entanto, naquelas regiões do país de clima quente, o melhor seria guardar na geladeira, mesmo que ainda fechados, originalmente. 

Plástico

Essa embalagem é ideal para conservar produtos comercializados em temperaturas baixas e que não necessitam de tratamento térmico para sua conservação. "Em alguns casos especiais, sucos de frutas são acondicionados em temperaturas mais elevadas em embalagens plásticas apropriadas para isso. Os mais comuns são: leite, iogurtes, achocolatados, sucos concentrados, refrigerantes, águas minerais, óleos comestíveis, molhos, café solúvel, maionese, dentre outros", explica Carlos Alberto dos Anjos. Segundo o professor da Unicamp, o plástico tem substituído outros materiais de embalagens mais tradicionais em alguns produtos, por ser mais prático, leve, reciclável, seguro e ter menor custo em comparação às embalagens mais tradicionais.

"Mas, certamente, os derivados de tomate, como o ketchup, barbecue, e outros molhos em embalagens de vidro oferecem maior prazo de validade, quando comparados com às embalagens de plásticos", afirma o professor. Por isso, atente-se à validade nos rótulos!

Cuidados na hora da compra


Observe muito bem a integridade da embalagem, o lacre, veja se não há vazamentos, trincas ou rachaduras e possíveis abaulamento da embalagem. "Todos esses aspectos aceleram a degradação do alimento", afirma o engenheiro de alimentos Carlos.

Alumínio

Atualmente, o maior uso desse material é para embalar bebidas a gás, refrigerantes e cervejas, patês e algumas conservas de pescados, expõe o especialista Carlos Alberto dos Anjos.

Sabe aquela preferência nacional pelo refrigerante da garrafinha de vidro em vez de ser na latinha de alumínio? Tem a ver com o fato de o vidro ser impermeável e demorar anos para interagir de forma química com o conteúdo da embalagem. Sem falar que por apresentar menor porosidade quando comparado ao alumínio, ele deixa escapar menos gás carbônico, quando aberta. Por outro lado, as latinhas de alumínio gelam mais facilmente, só que quando entram em contato com temperaturas elevadas, as partículas voláteis presentes ali se agitam e fazem o gás carbônico sair de forma mais rápida, alterando o sabor.

Cuidados na hora da compra


Verifique, principalmente, vazamentos, a integridade do lacre danos, como amassamentos na região da tampa.

Sachês

Praticidade é a palavra-chave para as embalagens do tipo sachê. Alimentos como sal, açúcar, cremes, geleias, doces, molhos, temperos, derivados de leite, queijos fundidos estão disponíveis nessa embalagem. "São produtos que vem em porções ou doses unitárias que apareceram para facilitar a vida moderna. São feitos de materiais laminados transparentes ou opacos que fazem barreira para os gases, vapores e luz, garantindo a boa conservação dos produtos. Em geral, devem ser fáceis de abrir, usar e descartar", diz o professor da Unicamp Carlos Alberto dos Anjos.

Uma vantagem dos sachês é que como trata-se de uma embalagem individual, você não tem que guardar o alimento e preocupar-se com a preservação do que "sobrar". Você abre, consome e descarta a embalagem, guardando os outros sachês na caixa em que vieram. Itens de geladeira como queijos e molhos, devem ser preservados em temperaturas baixas, enquanto não são consumidos. Já opções não perecíveis, como açúcar ou cappuccino em pó em sachês, podem ser conservados em temperatura ambiente. As condições de ambiente em casa significam em locais frescos, ao abrigo da luz e ventilado, preferencialmente.

Cuidados na hora da compra

A embalagem deve ser fácil de abrir através de um picote próprio. Fique atento. Há risco de degradação do alimento se houver vazamentos, sujeira ou enrugamentos na embalagem.

Aço

As embalagens de aço são ótimas para conservar alimentos como pescados, milho-verde e ervilha, além de leite em pó, café solúvel, sucos concentrados, dentre outros. "As embalagens que melhor preservam os alimentos são aquelas que funcionam como barreira total a entrada da luz, oxigênio e ações do meio externo. Tudo o que está dentro não sai e tudo o que está fora não entra. Esta é uma característica única das embalagens metálicas, latas de aço ou alumínio", ensina a engenheira de alimentos Thais Fagury.

A embalagem de aço é uma das melhores opções para envasar alimentos. A lata de aço, assim como outras embalagens metálicas, preserva 100% as propriedades nutricionais e o sabor dos alimentos. Outra que preserva bastante é o vidro escuro. Não existe a necessidade de conservantes ou aditivos químicos. Já existem no mercado produtos cozidos no vapor e embalado com aço em que o sódio não é adicionado. "O sal, que é um conservante natural, muitas vezes é acrescentado por causa do paladar brasileiro e não por necessidade de conservação do produto", explica a engenheira de alimentos da ABEAÇO.

Segundo Thais, o prazo de validade pode chegar a até cinco anos e a maioria dos enlatados é cozida dentro da própria lata de aço. "O processo de fabricação destrói os micro-organismos e elimina em 99% os resíduos de pesticidas. A lata de aço possui, hoje, uma película interna flexível, que evita o contato do produto com o metal até mesmo em caso de amassamento, não havendo qualquer alteração no conteúdo no caso de lata amassada. A embalagem de aço é 100% reciclável e retorna infinitas vezes para o processo de fabricação de novo aço", conclui a especialista.

Cuidados na hora da compra


Nas latas de aço, o consumidor deve verificar se as embalagens não estão violadas e se as embalagens não estão estufadas, isso significa mau processamento do alimento, alerta Thais Fagury.

Além disso, alguns estufamentos podem ser devido à entrada de ar na embalagem, consequentemente, com contaminação e aparecimento de bolores e leveduras. "Caso a embalagem esteja estufada no momento da compra, é mais conveniente não adquirir e, numa atitude de segurança, informar ao estabelecimento comercial", alerta o professor da Unicamp Carlos Alberto Rodrigues Anjos.

Tetra Pak

A embalagem preserva bem alimentos líquidos sem gás, pastosos e até doces, que incluem: sucos, leites, creme de leite, extrato de tomate, molhos em geral, leite condensado, goiabada, achocolatados, dentre outros. "A Tetra Pak proporciona boa conservação de alimentos, principalmente de líquidos", diz o engenheiro de alimentos Carlos Alberto dos Anjos. São embalagens mais leves e facilmente descartadas através da reciclagem. As versões mais modernas proporcionam uso de tampas e desenhos mais apropriados para escoamento quase que total do seu conteúdo.

Cuidados na hora da compra


Nessas embalagens, amassamentos podem danificar as áreas de fechamento e provocar vazamentos. As tampas devem estar em bom estado e sem violação, estufamento, rasgamento e evidências de violação. A embalagem que apresentar sujeira aparente também deve ser evitada.

A vácuo

A aplicação de vácuo elimina o oxigênio do interior das embalagens protegendo melhor os produtos, principalmente aqueles que apresentam níveis de gordura elevados e que podem sofrer alterações por crescimento de fungos e bolores. De acordo com o especialista em embalagens, Carlos Alberto dos Anjos, trata-se de um sistema de embalagem de custo mais elevado, porém de melhor proteção em relação aos mesmos produtos acondicionados sem vácuo.

"Peças de carnes bovina, suína e outras, mais nobres são oferecidas no mercado em embalagens a vácuo que, além de melhorar a qualidade por proporcionar certa maturação, mantém o sabor e aroma bem próximos do natural. Outros produtos congelados também podem utilizar embalagens a vácuo, como massas prontas e alguns vegetais minimamente processados", enumera o engenheiro de alimentos.

Cuidados na hora da compra

Verifique se a embalagem mostra ausência completa de ar em seu interior, caso contrário, não adquirir! A presença de vazamentos e rasgamentos podem ser indícios de problemas no manuseio e comprometem a integridade do alimento. E na hora de guardar? Os legumes a vácuo, por exemplo, principalmente aqueles minimamente processados, devem estar sempre na geladeira, em embalagens que protejam da perda de umidade e devidamente fechados.

Papelão

É uma embalagem das mais antigas, podendo ser utilizada para diversas aplicações e não entra em contato direto com os alimentos. É ideal para conservar alimentos secos. Muitos tipos de massa não cozidas vem nesse tipo de embalagem, assim como biscoitos.

Cuidados na hora da compra

Caixas de papelão não devem estar úmidas, rasgadas, e ou ser utilizadas indevidamente para produtos para os quais não foi concebida, por exemplo - caixas de papelão para produtos de limpeza ou higiene serem utilizadas para guardar alimentos em geral. O excesso de umidade em papelão pode desenvolver muitos tipos de fungos e mofos nocivos à saúde, se for utilizado indevidamente.

Depois da compra, certifique-se de guardar os produtos em embalagens de papelão, como o macarrão no armário! Depois de abrir a embalagem, o mais indicado é colocar a quantidade que sobrou em um pote de vidro para proteger melhor o alimento da umidade

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Álcool pode aumentar o risco de câncer do aparelho digestivo


Vinho é considerado amigo do coração, mas pode ser uma ameaça se consumido em excesso

O consumo de álcool, principalmente vinho, cresceu 20% nos últimos anos. Isso se deve a diversas crenças de que tomar uma taça de vinho por dia faz bem para circulação e coração. Mas e para o aparelho digestivo?

    O consumo de vinho está passando hoje uma situação semelhante a que ocorria no cigarro no período pós-guerra, onde era comum vermos artistas ilustres fumando no decorrer dos filmes

Um estudo recente publicado na revista JAMA, em 2014, demonstrou que o Resveratrol (encontrado nas sementes de uvas, na película das uvas pretas, no vinho tinto e chocolates) não está associado com a diminuição da incidência de doenças cardiovasculares. Porém, o consumo de álcool predispõe ao câncer do aparelho digestivo e estima-se que a longo prazo teremos um aumento desta doença na população devido ao aumento da ingestão de bebida alcoólica na população mundial.

Assim, nos dias de hoje, a população preocupa-se com: sabores das comidas, comidas hipercalóricas (mais saborosas) e harmonização com vinho. Combinam os três fatores do câncer do aparelho digestivo: dieta hipercalórica, álcool e a consequente obesidade. Importante relatar que a mídia em geral favorece e até estimula o consumo de vinho, haja visto programas de televisão em horários abaixo das 22 horas mostrando casais consumindo vinho normalmente.

O consumo de vinho está passando hoje uma situação semelhante a que ocorria no cigarro no período pós-guerra, onde era comum vermos artistas ilustres fumando no decorrer dos filmes. Vale dizer que essas figuras queridas da nossa infância morreram a maioria de câncer, como por exemplo: Walt Disney, Robert Mitchun, entre outros.
Saiba mais

    Cervejas, como vinhos, pedem harmonização
    Vinho e cerveja ajudam o aparelho digestivo
    Vinho: 6 bons motivos para consumir

Num futuro próximo, as lindas garrafas de vinho tinto serão obrigadas, no verso, a apresentarem um alarme semelhante àquele que se observa nos maços de cigarro: cuidado, esta bebida pode levar ao câncer do aparelho digestivo.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Ponha no prato alimentos que deixam dentes e gengivas saudáveis


Escovação, aliada à dieta, promove mordida mais forte e sorriso mais branco


 Escova, pasta de dente e fio dental são indispensáveis para ter dentes saudáveis. Mas se engana quem pensa que eles são os únicos aliados da saúde bucal. A dentista Oneida Werneck, presidente da Sociedade Brasileira de Reabilitação Oral, explica que alguns alimentos são fundamentais para deixar dentes e gengivas saudáveis. "Eles não substituem os cuidados básicos com a saúde bucal, mas se somam a eles para conseguir dentes perfeitos." Que tal mudar a alimentação e distribuir mais sorrisos de hoje em diante?

Vitamina C

Oneida Werneck explica que a falta de vitamina C causa sangramento das gengivas e diminuição da massa óssea, o que pode levar a perda dos dentes. Mas é bom não exagerar no consumo de alimentos muito ácidos - como a laranja e o abacaxi, ricos em vitamina C - que causam desmineralização e deixam o dente mais poroso. E, ao tomá-los, use canudinhos, impedindo o contato direto com os dentes. Outra opção é fazer um bochecho com água pura ou mesmo tomar um copo de água para neutralizar o ácido logo após sua ingestão. "Não se aconselha a escovação dos dentes nesta hora, pois o atrito da escova com o esmalte descalcificado faz com que ele se desgaste ainda mais", recomenda a especialista.

Alimentos fibrosos

A mastigação de alimentos ricos em fibras, além de contribuir para a saúde gastrointestinal, tem a capacidade de promover a autolimpeza dos dentes, evitando a formação de placa bacteriana, a causadora de cáries e gengivite. "Além disso, frutas como maçã e pera podem substituir doces bem açucarados, os principais responsáveis pelas cáries", afirma Oneida Werneck.


Leite e derivados

O cálcio presente no leite e derivados dele é essencial para garantir ossos fortes e saudáveis. E o mesmo vale para os dentes. O nutriente é parte da composição dos dentes e, em níveis adequados, garante uma boa saúde a eles, principalmente durante a sua formação. Mas o cirurgião dentista Rodrigo Guerreiro Bueno de Moraes, consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), explica que esses não são a única fonte de cálcio. Folhas verdes escuras, como a couve, podem compensar essa demanda - especialmente para quem não gosta ou não tolera a lactose.


Água

"O consumo de água (com gás ou não)é importante para eliminar detritos, açúcares e ácidos", afirma Oneida Werneck. Além disso, a água das grandes cidades é fluoretada, que reforça a resistência do esmalte do dente. "Quando ingerido durante a formação dos dentes, isso é, até os doze anos de idade, o flúor torna os dentes muito mais resistentes à cárie por toda a vida".


Chiclete sem açúcar

Mascar chicletes sem açúcar entre as refeições estimula a formação de saliva, o que contribui para a limpeza dos dentes. O cirurgião dentista Rodrigo conta que essas gomas se tornam ainda mais valiosas quando providas do xilitol (veja o rótulo), um adoçante que ajuda o processo de remineralização dentária e contribui para a longevidade e a proteção dos dentes.


Alimentos crus

Para mastigar alimentos crus, geralmente é necessário fazer mais força com os ossos da mandíbula e do maxilar."Essa força deixa os ossos que sustentam os dentes mais fortes, garantindo firmeza a eles", conta Rodrigo Guerreiro. Mas não são apenas os alimentos crus, como maçãs, que ajudam, outros alimentos mais difíceis de mastigar (como a carne) também cumprem o papel.


Vitamina D

O papel mais conhecido da vitamina D é sua atuação na absorção dos minerais cálcio e fósforo, relacionados à formação óssea. "A vitamina D aumenta a eficiência da absorção intestinal de cálcio em até 40% e a de fósforo em 80%", afirma a nutricionista Thais Souza, da rede Mundo Verde. Essa influencia também aparece na arcada dentária, onde a vitamina D ajuda na fixação do cálcio nas bases ósseas e dentárias.



domingo, 9 de novembro de 2014

Escolha a gordura certa para ativar o metabolismo


Raciocínio rápido e ossos fortes dependem da gordura que você come


Demonizar as gorduras é praxe nas conversas sobre dieta. A birra encontra respaldo em, basicamente, duas explicações: as calorias que elas acrescentam à dieta e o suposto prejuízo causado na saúde. "O problema é que muita gente confunde gordura com fritura", afirma a nutricionista Fabiana Honda, da PB Consultoria em Nutrição, em São Paulo. Existem várias fontes de gorduras e muitas delas são essenciais ao funcionamento do organismo e para absorção de vitaminas.

O próprio óleo usado nas frituras é uma fonte importante de ômega-6, gordura importante para a saúde do coração, por exemplo. "O erro está em aquecer este óleo e transformá-lo em gordura saturada, forma que entope as artérias", explica a especialista.

O segredo, portanto, está na escolha certa, como indica a Sociedade Brasileira de Cardiologia: até 30% das calorias totais da dieta devem ser gorduras, sendo que o consumo de a gordura saturada deve ser menor que 7%, da poliinsaturada (peixes e linhaça) de até 10%, e até 20% de gordura monoinsaturada (azeite de oliva). A seguir, veja nove áreas do seu corpo que saem ganhando quando você seleciona bem o tipo de gordura que vai para o seu prato.

Cérebro

As gorduras compõem cerca de 60% do cérebro e não podem faltar numa dieta de quem deseja ter memória afiada e raciocínio rápido. A nutricionista Fabiana Honda, de São Paulo, explica que a maioria dessas gorduras são ácidos graxos poliinsaturados, como o ácido araquidônico e o ácido decosahexanóico (chamado de DHA, um tipo de ômega 3). "O equilíbrio entre ômega-3 e ômega-6 protege a estrutura responsável pela transmissão do estímulo de um neurônio para o outro", afirma o nutrólogo Roberto Navarro, de São Paulo, lembrando que o ideal é igualar o consumo destes dois ômegas.

"O ômega-3 pode aumenta o número de sinapses (conexões entre os neurônios), uma vez que o DHA está presente na constituição da mielina, responsável pela transmissão de impulsos nervosos. Mais estudos estão sendo realizados para confirmar o potencial dessa gordura na prevenção e melhora do Alzheimer e da depressão", diz Fabiana. O ômega-3 é encontrado peixes de águas frias e profundas como salmão, arenque, sardinha e atum. O ômega-6 aparece nos ovos, no leite, nas carnes vermelhas e no óleo de girassol, por exemplo.


Funcionamento das células

Toda célula é recoberta por uma membrana de gordura. "A membrana celular define os limites da célula e atua como uma barreira, controlando o que entra e o que sai da célula. Essa seleção é importante para que o metabolismo funcione adequadamente", explica a nutricionista Fabiana Honda. Os fosfolipídios, encontrados na soja e nos ovos, são os principais componentes das membranas celulares, junto às gorduras poliinsaturadas, também encontradas na linhaça.


Ossos

Embora não haja relação direta entre o consumo de gorduras e os ossos, elas são essenciais para a absorção de vitamina D, nutriente essencial para a absorção e fixação de cálcio nos ossos.


Circulação

Segundo o nutrólogo Navarro, o vaso sanguíneo sofre influência direta do tipo de gordura que comemos. "Uma dieta rica em ômega-3 melhora a circulação sanguínea, porque esta gordura tem poder desinflamante e diminui a pressão nos vasos sanguíneos". Protegendo a saúde dos vasos, a circulação é facilitada, o que beneficia tanto a saúde do coração quanto a do cérebro, pois há melhora da irrigação sanguínea.


Coração

Estudos comprovam que gorduras poliinsaturadas, como o ômega-3, diminuem a concentração de colesterol LDL (mau colesterol), além de possuírem efeito antiinflamatório, diminuindo os riscos de doenças cardiovasculares. Por isso a importância do consumo das gorduras presentes nos peixes como atum, arenque, sardinha e salmão e na linhaça. Óleos vegetais (girassol, canola, soja) também são ricos em Omega 6. Alguns deles suportam temperaturas mais altas, podendo ser usadas em frituras (como é o caso do óleo de soja), mas prefira utilizá-los crus, em saladas, por exemplo.

A nutricionista também lembra a importância de consumir gorduras monoinsaturadas, como a do azeite de oliva. Segundo ela, o consumo desse tipo de gordura diminui as taxas de LDL e aumenta as de HDL, o bom colesterol. "Seu consumo inibe a formação de coágulos e a produção de óxido nítrico, importante agente regulador da pressão arterial", afirma.


Pulmões

O liquido surfactante pulmonar é 90% composto de gordura, principalmente saturada. Esse líquido é essencial para manter o funcionamento dos alvéolos, estruturas responsáveis pelas trocas gasosas da respiração. A gordura saturada é encontrada em alimentos protéicos de origem animal como carnes, frango, peixes, ovos e leite, além do óleo de coco.


Rins

Estudo de pesquisadores da Universidade Federal do Paraná mostrou que a gordura ômega-3 é uma competente reguladora das funções renais. Segundo Fabiana, o ácido aracdônico - um tipo de gordura ômega-6 -, ao ser metabolizado, está relacionado a melhorias na função renal, proporcionando melhoras em quadros de dano glomerular (glomérulo é a região dos rins onde acontece a filtragem do sangue), em várias formas de insuficiência renal aguda e/ou crônica, nefrotoxicidade (efeito venenoso de algumas substâncias, tanto químicos tóxicos como medicamentos, sobre os rins) e nefropatia diabética (doença dos rins que ocorre em pacientes com diabetes).


Hormônios

Para que os hormônios sejam produzidos normalmente, o consumo de gorduras é essencial ? o organismo necessita de uma quantidade mínima para fazer a síntese hormonal. Por outro lado, o excesso de gordura saturada provoca desequilíbrios na secreção dos hormônios. Assim, as gorduras saturadas devem representar apenas 7% do total de calorias ingeridas diariamente.


Transporte de vitaminas

As vitaminas A, D, E e K são chamadas de lipossolúveis. Isso quer dizer que elas apenas são absorvidas no sistema digestivo quando se ligam à gordura que ingerimos em nossa dieta. "Essas vitaminas só conseguirão entrar no sangue junto à gordura", diz Navarro. Mas não precisa ser a gordura aparente da carne, fontes mais saudáveis, como azeite de oliva, óleo de coco e fontes de ômega-3, como linhaça e peixes de águas profundas, cumprem bem este papel.


terça-feira, 4 de novembro de 2014

Efeito platô ocorre após oferta calórica muito baixa

Mecanismo é uma proteção do corpo contra perda calórica intensa e prejudica o emagrecimento

Perder peso virou tratamento de urgência. Bom seria se existisse uma UTI - Unidade de Terapia Intensa -para atender tantas pessoas que buscam o emagrecimento rapidamente. Melhor ainda se esse procedimento pudesse ser seguro e adequado para atender a demanda de saúde. Ainda mais, o ideal seria que o emagrecimento fosse um tratamento apenas de quem realmente precisa, seguindo orientações embasadas cientificamente, sem modismos e promessas de rápidos resultados.

Inicialmente todos os tratamentos emagrecedores seguem o mesmo princípio básico do desequilíbrio calórico. Come-se menos do que gasta ou gasta-se mais do que se come. Um conceito simplista para se adequar à máquina tão complexa que é o corpo humano. Há tantos mecanismos intrincados na gênese da obesidade, que vão desde hormônios que sinalizam fome e saciedade, sistemas cerebrais que envolvem aprendizado alimentar e resposta de prazer à ação do próprio tecido gorduroso. A dieta equilibrada vai além da proposta de déficit calórico, busca ofertar os nutrientes de forma segura para interagir com esses mecanismos ou influenciá-los de forma positiva, gerando o emagrecimento contínuo e a manutenção do peso perdido.



As dietas com propostas emagrecedoras não acadêmicas atendem a demanda da sociedade atual. Geralmente são hipocalóricas, independente das propostas, como sem glúten, sem lactose, sem carboidratos, líquidas, entre outras, levam ao emagrecimento rápido e veloz. Tão interessante e motivador. Os níveis de autoestima vão ao pico e a felicidade parece que nunca vai acabar. Mas essas dietas não consideram os mecanismos complexos associados ao ganho de peso, e de repente, ele não ocorre mais. Tudo igual, mesma dieta, mesma disciplina, mesmo controle, e nem um quilinho a menos. Vários argumentos tentam explicar esse fenômeno: "o metabolismo deve ter mudado", "é a idade" ou o mais óbvio "essa dieta não funciona mais". Ocorre o que chamamos popularmente de "efeito platô".
Descubra seu peso ideal

Sua meta de peso é saudável?

O efeito platô pode ser explicado pelas alterações naturais do corpo em detrimento à baixa oferta calórica. Quando a oferta alimentar é muito aquém das necessidades do corpo humano, ele se arma de mecanismos que protegem seus estoques, evitando a queima calórica e reduzindo seu trabalho metabólico. É como se corpo estivesse se protegendo da desnutrição. A resposta imediata é o fim do emagrecimento e o pior, o próximo passo é o reganho de peso, praticamente inevitável. Ainda que nesse momento as pessoas busquem seguir uma dieta equilibrada, será quase impossível impedir o ganho de peso.

Além disso, sempre que se promove um rápido emagrecimento, a composição do peso perdido é, em sua maioria, massa muscular e água. O músculo é o maior responsável pelo trabalho metabólico e queima calórica do corpo humano e quando há diminuição de massa magra naturalmente a queima calórica de um corpo cai, reduzindo assim sua necessidade alimentar. Se o organismo já esta recebendo pouco, não há como reduzir ainda mais o consumo, logo não há mais possibilidade de emagrecer. Além disso, o emagrecimento à custa de músculo causa flacidez, tudo que todos, principalmente as mulheres, abominam.

Apesar dos riscos, as dietas da moda continuam a encantar muitas pessoas graças às promessas milagrosas de perda de peso, criando uma legião de pessoas insatisfeitas, com várias histórias de efeito sanfona e incapacidade de continuar a perder peso. Após tantas tentativas de emagrecer seguindo orientações equivocadas, a resposta do corpo, mesmo com atividade física e dieta balanceada, é menor e a orientação mais eficiente nesses casos é a paciência.

Perder peso é um tratamento de saúde. Não atende a nenhuma urgência e não deve ser encarado como puramente estético. Os riscos são conhecidos e não devem ser subestimados. Afinal, conhecer o efeito platô só é bom na teoria!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Amora ajuda a reduzir o risco de doenças crônicas, como hipertensão e obesidade


A amora é fruto da amoreira preta, cultivada principalmente na região Sul do Brasil, uma vez que é nativa da Ásia e Europa bem adaptada a regiões mais frias com invernos bem característicos. A amora é um fruto com cerca de quatro a sete gramas, de coloração negra e sabor ácido. É uma planta rústica que apresenta baixo custo de produção e requer pouca utilização de defensivos agrícolas (agrotóxicos). Atualmente as amoras estão disponíveis na forma fresca (in natura) e também congeladas ou processadas na forma de geleias, sucos, polpas, entre outros produtos a fim de utilizar toda a produção antes que os frutos estraguem devido à fragilidade.
Nutrientes da amora

A amora apresenta significativo valor nutricional uma vez que é composta 85% de água, 10% de carboidratos e fonte de vitamina A, vitamina C e minerais como ferro, cobre, zinco, magnésio e potássio. A fruta da amoreira contém ainda ácidos graxos essenciais como o linoléico e o linolênico, que seres humanos não podem produzir. Esses compostos possuem funções benéficas como melhora da resposta imunológica e anti-inflamatória. Além disso, a amora é uma grande fonte de antioxidantes naturais como os flavonoides e as antocianinas.




A amora apresenta significativo valor nutricional uma vez que é composta 85% de água, 10% de carboidratos e fonte de vitamina A, vitamina C e minerais como ferro, cobre, zinco, magnésio e potássio. A fruta da amoreira contém ainda ácidos graxos essenciais como o linoléico e o linolênico, que seres humanos não podem produzir. Esses compostos possuem funções benéficas como melhora da resposta imunológica e anti-inflamatória. Além disso, a amora é uma grande fonte de antioxidantes naturais como os flavonoides e as antocianinas.

As antocianinas são pigmentos que conferem uma coloração que varia entre o laranja, vermelho e azul. Estudos realizados nos Estados Unidos, França, Chile e no México mostram teor de antocianinas de 70 a 201 mg para cada 100 g de fruta, considerado excelente. Em Minas Gerais, pesquisas mostraram que as amoras Brasileiras apresentaram 116 a 194 mg de antocianinas para cada 100 g de fruto fresco e de 123 a 233 mg de flavonoides totais a cada 100 g de amora fresca.

Os flavonoides, incluindo as antocianinas apresentam efeitos fisiológicos capazes de reduzir o risco de doenças crônicas (obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares, câncer) uma vez que pode ter ação antialérgica, antiviral, antitumoral, ações antiinflamatórias e antioxidantes, impedindo a ação dos radicais livres sobre as células.

Compare as quantidades de antocianinas e flavonóides em outros alimentos:
Alimento Teor de antocianinas em 100g Flavonoides totais em 100g
Nectarina 0,27 mg 28,78 mg
Morango 1,22 mg 107 mg
Repolho roxo 7,89 mg 75 mg
Berinjela 1,27 mg 85 mg
Alface roxa 4,49 mg 102 mg


Estudos epidemiológicos, desde 2004, já têm demonstrado que existe uma correlação entre o consumo de frutas fontes de antioxidantes (antocianinas) e a redução de doenças crônicas como câncer, doenças cardiovasculares e doenças neurodegenerativas. Pesquisas mostram que os flavonoides presentes na amora agem principalmente na redução de risco cardiovascular pelo mecanismo primário de coagulação plaquetária, aumento da circulação da lipoproteína de alta-densidade HDL, responsável por diminuir os níveis de LDL colesterol (ruim) e por fim, aumentando a atividade removedora de radicais livres que podem levar a oxidação das gorduras na corrente sanguínea.

Outro composto comum na amora é o ácido elágico, um constituinte fenólico da fruta com funções antimutagênicas e anticancerígenas. Além disso, são atribuídas às frutas da amoreira outras propriedades, como o controle de hemorragias em animais e seres humanos e controle da pressão arterial.

O ácido ascórbico (vitamina C) também presente na amora desempenha várias funções no metabolismo, dentre eles o aumento da resistência orgânica e a formação do colágeno, além disso, interfere no metabolismo do ferro, da glicose e na saúde dos dentes e gengivas, além de agir sinergicamente com as antocianinas e compostos fenólicos com a ação antioxidante.

Em 100 g de amora temos em média 5 a 6 g de fibras, principalmente fibras solúveis responsáveis por auxiliar o peristaltismo, que é o movimento involuntário do trato digestório, diminuindo a constipação. Além disso, a pectina (tipo de fibras) aumenta o tamanho do bolo intestinal, formando uma espécie de gel o que também facilita o funcionamento intestinal.
Como consumir a amora

Por fim a amora pode ser encontrada atualmente in natura em supermercados e feiras e podem ser adicionadas a iogurtes, cereais integrais ou associadas a outras frutas (saladas de frutas). Encontra-se amora também na sua forma congelada, que pode ser consumida na forma de sucos associada a outras frutas e ervas para potencializar o efeito antioxidante como suco de água de coco com amora e hortelã. Por fim, as geleias também podem ser inseridas na alimentação, porém devemos nos atentar a quantidade de açúcar que elas possuem. Atualmente já temos geleias de frutas sem adição de açúcares e de adoçantes.

sábado, 1 de novembro de 2014

Medo de mudança é comum, mas pode atrapalhar o desenvolvimento pessoal e profissional


Entenda como aceitar melhor mudanças e porque tendemos a ser contra modificações condicional

Viver é constantemente criar uma rotina. Mesmo aqueles que dizem detestar fazer sempre tudo igual, ainda sim, costumam criar para suas vidas algo muito parecido todos os dias. Essa necessidade de repetição é uma forma de manter o cérebro menos sobrecarregado. Quando fazemos coisas iguais não precisamos de tanta atenção e o cérebro "descansa". É a famosa expressão: "deixar no piloto automático" e seguir em frente. Quantas e quantas vezes repetimos tantas vezes uma mesma ação que nem precisamos mais prestar atenção ao executá-la e assim poupamos nosso cérebro de grandes esforços.

Por causa do pouco esforço que o cérebro tem que fazer quando repete uma ação, o processo de mudança vem na contramão disso tudo: mudar requer esforço, energia e muita atenção. Ao mesmo tempo que para alguns mudar é sinônimo de prazer, para muitos, é uma ação extremamente desgastante. Quem encara a mudança como negativa, pode apresentar sintomas de medo e angustia ao ter que quebrar uma rotina já determinada.



Mudar com equilíbrio e sem exageros faz muito bem a saúde mental, pois ajuda a criar novas conexões neurais, estimula a capacidade de adaptação e interação com o novo. As mudanças acontecem naturalmente ao longo da vida e ser capaz de adaptar-se a elas faz parte da sobrevivência natural do ser.

Quem sente medo e não consegue mudar, costuma fazer da sua vida uma rotina sem fim, se preocupa com o que pode dar errado e prefere não mexer no que está funcionando bem. São pessoas com nível de crítica exacerbados e até mesmo perfeccionistas. Esse problema pode afetar a vida pessoal e profissional. Um bom trabalhador é aquele que está pronto para as novidades do mercado de trabalho, e é aquele que pode responder rapidamente a um novo chamado e pedido de ação.

"Não é o mais forte quem sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças", disse Leon C. Megginson.

Todo medo tem cura. Reconhecê-lo é o primeiro passo. Ser capaz de perceber que o medo paralisa e não ajuda no crescimento pessoal pode ser fundamental para conscientização do problema existente. Tratamento psicológico, com técnicas de psicoterapia breve, como hipnose, programação neurolinguistica e EMDR podem ser suficientes para a cura e bem-estar.

Lembrando que quem muda o tempo todo e não mantém vínculo ou regras para o bem viver, pode sobrecarregar o corpo e a mente levando ao estresse. Manter o equilíbrio é a chave do sucesso pessoal e profissional.
Dicas para mudar com segurança

Durante o processo de escolha:

    Ninguém nunca terá todas as informações suficientes para tomada de ação além do que se sabe no momento presente
    É fundamental a capacidade de viver as escolhas e suas consequências
    É necessário esforço, energia para fazer acontecer qualquer mudança, mesmo as menores
    Comece pequeno e mantenha na direção que deseja, sem criar muito esforço.

Mudar é preciso, sempre. Sucesso e boas escolhas para novas ações.